13.8.14
casa I
intimamente, queria dizer que me orgulho. que torcia para isso. na verdade, que esperava (implorava, insistia, imaginava, inalava) há muito tempo essa plenitude. queria dizer que, no fundo dos meus ins, lamento que o impulso para o movimento seja a minha ausência. inevitável pensar que talvez minha presença sufoque. invento tudo de novo, gosto de fazer isso. meus ciclos são aparentes, visíveis. fechei um. estou abrindo-nascendo-pisando noutro, que ainda não sei qual é, mas que tem dentro de si esse mundo que criamos. minha vida é um grande espiral. e o amor.
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